segunda-feira, 17 de abril de 2023

As mulheres no Mercado de Trabalho.


Mulher no mercado de trabalho: os desafios e as oportunidades.

O cenário da mulher no mercado de trabalho é bem melhor do que era nas décadas passadas. Muitos cargos, tidos como exclusivos para homens, hoje são ocupados com maestria por elas, o que deve ser valorizado e comemorado. Apesar disso, ainda encontramos muitas diferenças e barreiras, principalmente quando falamos de posições de maior destaque, como as de liderança.

Neste artigo, vamos abordar o mercado de trabalho para mulheres desde as principais conquistas até as perspectivas para os próximos anos, passando pelos desafios que elas ainda enfrentam no dia a dia. Confira!

Os desafios vencidos pelas mulheres no mercado de trabalho

A inserção da mulher no mercado de trabalho não se deu da noite para o dia. Até alcançar o nível de experiência profissional atual, elas tiveram que lutar bastante para conquistar direitos como estes abaixo.

Direito ao voto

Esse foi o pontapé inicial para todas as conquistas seguintes das mulheres na sociedade. Apenas os homens tinham o direito de decidir o futuro do país, e foi por meio de muita luta dos movimentos feministas, com o apoio e o reforço de outros movimentos que se instauraram ao redor do mundo que, em 1932, as mulheres conquistaram o direito ao voto.

Direito a trabalhar

Nessa mesma época, as mulheres ainda enfrentavam um machismo muito forte perante a sociedade. Até 1943, o Código Civil determinava que as senhoras casadas só poderiam sair para trabalhar com a autorização de seus maridos. Eles, em sua grande maioria, não a concediam para que elas cuidassem exclusivamente do lar e dos filhos.

Direitos trabalhistas

Foi também em 1943 que os primeiros direitos trabalhistas foram concedidos às mulheres, na primeira versão da CLT – Consolidação das Leis Trabalhistas. A maior parte das leis direcionadas às mulheres diz respeito à maternidade, tais como a licença-maternidade, o direito a intervalos para a amamentação e a estabilidade após o retorno da licença.

Os mercados em que elas estão em ascensão

De lá para cá, muita coisa evoluiu, e as mulheres estão conquistando cada vez mais espaço no mercado de trabalho, inclusive em áreas que já foram exclusivamente masculinas. Já são as mulheres a maioria no ensino superior, porém, são elas as que possuem maior dificuldade de colocação no mercado de trabalho

Faculdade Anhanguera de Brasília é uma das IES privadas com maior porcentagem de estudantes mulheres no país, com 4.143 alunas, cerca de 65,7% do número total de alunos da instituição, segundo o Censo de Educação Superior (INEP).

Confira abaixo os mercados em que as mulheres estão conseguindo ganhar espaço:

Construção civil

A construção civil é uma área que sempre empregou muitos homens. Por envolver o trabalho braçal e pesado, a ocupação de pedreiro ou de mestre de obras era vista como imprópria para o “sexo frágil”.

Hoje, a realidade é outra. Além das mulheres que, literalmente, colocam a mão na massa nos cargos operacionais do setor, os cargos mais especializados também estão atraindo muitas profissionais competentes. Elas estão se formando em Engenharia Civil e se tornando responsáveis por obras de grandes proporções.

Tecnologia

A tecnologia é a área que mais se desenvolveu nas últimas décadas e teve, em seu início, uma grande predominância do público masculino. O preconceito sobre a capacidade das mulheres em relação às disciplinas de exatas contribuiu bastante para fortalecer as barreiras à sua entrada nesse mercado, mas isso já está caindo por terra.

Tanto as profissionais quanto as próprias empresas notaram que esse mito não fazia o menor sentido e, hoje, temos bons exemplos de mulheres atuando no desenvolvimento de sistemas, de jogos e em diferentes outros segmentos relacionados. Os principais cursos de graduação nesse sentido são os de Sistemas de Informação e Engenharia da Computação.

 

Direito

O direito, a área que manteve as mulheres afastadas das posições de destaque por tantos anos no início da história do Brasil, é, agora, uma área de grande participação delas. Mais do que advogadas, o curso de Direito está formando muitas juízas e delegadas que desempenham funções de liderança e autoridade em suas carreiras.

Os desafios que elas ainda precisam enfrentar na carreira

A mulher brasileira no mercado de trabalho já venceu muitas barreiras, mas ainda precisa enfrentar várias outras em seu dia a dia. Algumas delas são ainda mais desafiadoras, como listamos abaixo.

Jornada estendida

Mãe, esposa, dona de casa e profissional. As mulheres são várias em uma e, para dar conta de tudo, acabam sendo obrigadas a cumprir uma jornada dupla ou tripla. Elas precisam cuidar da casa, dos filhos, trabalhar e ainda estudar para se manterem competitivas no mercado. Exigência que os homens não sofrem com tanta veemência.

Preconceito

Muitos homens ainda enxergam as mulheres como frágeis e incapazes. Como se não tivessem inteligência suficiente para lidar com questões mais complexas, exigidas por cargos mais altos, ou se não merecessem o mesmo tipo de tratamento. Isso se reflete na diferença salarial e na diferença de ocupação em cargos de liderança nas empresas.

Falta de apoio

Como se não bastasse toda essa luta, a mulher nem sempre conta com o apoio da família para seguir sua carreira. Fato que está diretamente relacionado com a questão do preconceito e da cultura machista que serve como base da sociedade atual. Muitas vezes, a família reverbera a ideia de que a mulher tem o dever de cuidar da casa, dos filhos e do marido apenas porque foi assim que aprenderam.

Perspectivas para um futuro próximo

Quando pensamos no mercado de trabalho em geral, as perspectivas são bastante positivas. No recorte que tange às mulheres não é diferente, já que não existe mais uma diferenciação legal entre o que elas podem ou não fazer em relação aos homens.

A economia mundial dá sinais de recuperação, o que fatalmente reflete na criação de novas vagas de emprego em todos os setores. Com o crescimento e a maior visibilidade das lutas por igualdade de gênero, a ocupação tende a ser mais bem distribuída, com mais oportunidade para aquelas que estiverem devidamente capacitadas.

A evolução da mulher no mercado de trabalho mostra que muito já foi conquistado, mas muito ainda há de ser feito. Vencer desafios está no sangue delas, que já se acostumaram a ter que “matar um leão por dia”. Mas o que fica de positivo é que o caminho já está sendo seguido, e a tendência é que ele se torne ainda melhor daqui em diante.

Aqui na Anhanguera, pensando em contribuir com essa luta, disponibilizamos para nossos alunos, independentemente do curso, o Canal Conecta. Essa plataforma de empregabilidade permite que todos eles, sem distinção de gênero, tenham acesso às melhores vagas nas grandes empresas do Brasil, guiando-os até os seus objetivos.

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Fonte:https://blog.anhanguera.com/mulher-no-mercado-de-trabalho/?utm_source=google&utm_medium=cpc&utm_campaign=AEDU::L3::PerformanceMax::CursosLTV::TargetROAS::PIM&gclid=CjwKCAjw3POhBhBQEiwAqTCuBr9wqDpqg-D_v9ft7jejDPsPYQ3caD_EB50VFOlGNSzMNQiOiqEe-RoCSPcQAvD_BwE&gclsrc=aw.ds – Acesso em 17/04/2023.

Texto copiado na íntegra.




 

Fonte: https://youtu.be/aTttG1_Tznw

domingo, 12 de março de 2023

 

Conflitos e precarização no mundo do trabalho.




Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/conflitos-precarizacao-no-mundo-trabalho.htm - em 12-03-2023.




Fonte: https://youtu.be/ttciccleoIg a cesso em 12-03-2023


quinta-feira, 24 de setembro de 2020

Capoeira

capoeira é uma expressão cultural caracterizada por seus movimentos ágeis e harmoniosos, em ritmo de música e aspectos coreográficos. Na capoeira os praticantes utilizam mais os movimentos com os pés e a cabeça e menos os movimentos com as mãos.

Capoeira. Foto: Cassiohabib / Shutterstock.com

O principal instrumento utilizado na capoeira é o birimbau. É ele que dita o ritmo e o estilo de jogo dando um som característico à capoeira. O berimbau é basicamente constituído de um pedaço de arame, um pedaço de pau e uma cabaça. Os ritmos podem ser bem variados A capoeira surgiu no Brasil, como uma forma de resistência dos escravos trazidos da África na época colonial. Além de ser utilizada para defesa física, a capoeira foi uma forma de resguardar a identidade dos escravos africanos. Principalmente porque ela se consolidou no Quilombo dos Palmares. Passou aí a ser vista como uma prática violenta. Por isso mesmo, a capoeira foi proibida por um longo período, precisamente até 1930, quando mestre Bimba fez uma apresentação da luta para o então presidente Getúlio Vargas, que a transformou em esporte nacional brasileiro.

Atualmente, fala-se em “jogo de capoeira” ou em “roda de capoeira”, pois normalmente os movimentos são apenas simulações de ataque, defesa e esquiva entre dois capoeiristas. O objetivo do jogo é demonstrar superioridade em quesitos como a força, a habilidade, a autoconfiança e, sobretudo, através do gingado.Gingado é o movimento de todo o corpo de forma ritmada, mantendo o corpo relaxado, deslocando o centro de gravidade do corpo constantemente e mantendo-se alerta para movimentos de esquiva, ataque e contra-ataque.

Existem vários estilos de capoeira, sendo 3 os principais:

Capoeira Angola – é a mais antiga, da época da escravidão. Suas principais características são: os golpes são jogados próximos ao chão, o ritmo musical é mais lento e há muita malícia. Durante a roda os participantes não batem palmas.

Capoeira Regional – Mantém a malicia, mais o ritmo musical e os movimentos são mais rápidos e secos. Acrobacias são menos utilizadas. Durante a roda os participantes batem palmas.

Capoeira Contêmporanea – Mais praticado atualmente, esse estilo une algumas caracteristicas da Capoeira Angola e Regional.

A prática da capoeira provoca o aumento da freqüência cardíaca, o desenvolvimento muscular e a queima de gordura e desenvolve força muscular, flexibilidade e resistência física.

Texto copiado na íntegra.

Fonte: https://www.infoescola.com/artes-marciais/capoeira/








segunda-feira, 27 de julho de 2020

Refugiado - Somos todos filhos da mesma Terra.

O termo refugiado se refere a uma categoria específica de deslocado internacional. Nem todo imigrante é refugiado, pois segundo a ACNUR (Alto Comissariado da Nações Unidas para Refugiados), são consideradas pessoas refugiadas apenas aquelas que sofrem com um temor fundado de perseguição, ou seja, pessoas que realmente encontram em seu lugar de origem um risco de vida. Vale destacar que esses refugiados sofrem, pois há o rompimento de laços sociais, familiares e culturais.

Na última década o acirramento dos conflitos armados no Oriente Médio foi um catalisador dos intensos fluxos de saída na Ásia. Deste continente partem quase 60% do total de refugiados do mundo e é nele que se abriga mais da metade desde total. Os países mais ricos da União Europeia são grandes pólos de atração da rota dos refugiados, porém, países como Turquia, Paquistão e Líbano recebem um número duas vezes maior do que os países integrantes desse bloco. Na África, segunda no ranking de fluxo de refugiados, 90% dos desalojados permanecem no continente, evidenciado o fator geográfico como forte determinante na escolha do destino (principalmente pelo alto custo do tráfico para a Europa) e também a questão de que a urgência leva as pessoas a fugirem para a nação mais próxima.

A chamada “crise dos refugiados” traz à tona a questão do acirramento do sentimento de xenofobia, que é o temor infundado a pessoas estranhas ao seu meio, como os estrangeiros. Ocorrendo principalmente na Europa e nos Estados Unidos em contexto de estagnação econômica e medo do terrorismo, baseia-se em um sentimento de superioridade de uma cultura sobre outra, estereótipos (como a islamofobia) e argumentos de perdas econômicas.

Outras categorias importantes para essa questão:

  • Migrante – Qualquer pessoa que se desloca do país/região em que nasceu. Há dentro desta categoria, o chamado migrante econômico que é quem saiu do seu país de origem por vontade própria motivado por melhores condições de trabalho. A maioria se desloca para países mais desenvolvidos porém, desde a crise de 2008 as nações em desenvolvimento (e não apenas as desenvolvidas, que foram as principais nações afetadas pela crise) também atraem estrangeiros com motivações econômicas.
  • Emigrante – Indivíduo que deixa determinado lugar para estadia permanente. Dentre os motivos estudados para emigração, há aqueles que participam do fenômeno conhecido como “fuga de cérebros”, isto é, trabalhadores qualificados de países mais pobres e/ou com poucas oportunidades profissionais, que são atraídos para países com maior capacidade de absorção de mão de obra qualificada.
  • Imigrante – É o status do migrante ao entrar em outro país/região para ali viver. O refugiado é obrigatoriamente um imigrante, mas nem todo imigrante é refugiado. Dentro da categoria de imigrante, os refugiados correspondem à uma categoria legal definida pelo Estatuto do Refugiado de 1951. Segundo esse documento todo o indivíduo que sofrer perseguição por grupo social, religião, raça, etnia e posicionamento político pode recorrer ao status de refugiado. Se o país assinou o documento da ONU, o refugiado deve ser recebido e não pode ser extraditado.
  • Deslocado internamente – Ocorre quando não há a travessia da fronteira, ou seja: quando a pessoa deixa sua casa fugindo de uma situação de violência, mas não sai do seu país. A maior parte deste movimento ocorre na Ásia e África. Na América do Sul a Colômbia se destaca pelos conflitos internos envolvendo as FARC e ELN.

Bibliografia

Guia do Estudante. Atualidades vestibular + ENEM. Ed.26. 2º S 2017 Editora Abril

Texto originalmente publicado em https://www.infoescola.com/sociologia/refugiado/

Arquivado em: Sociologia.

Graduada em História (UFF, 2017)
Mestre em Sociologia e Antropologia (UFRJ, 2012)
Graduada em Ciências Sociais (UERJ, 2009

Texto copiado na íntegra em 27/07/2020.

Fonte: https://www.infoescola.com/sociologia/refugiado/



Fonte:  https://www.youtube.com/watch?v=FRr74ICyvd8 - Em 27/07/ 2020.